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SAPO24 Crónicas

Todos os dias um olhar mais atento a um tema que marca a actualidade. Artigos, análises e crónicas exclusivas no SAPO24.

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As seis condições de Cavaco

 Cavaco Silva deu sinais contraditórios nos últimos dias em relação à indigitação de António Costa como primeiro-ministro e agora regressou à casa de partida; foi coerente com as primeiras exigências e quer mais do que uma espécie de acordo. Se lhe chegar o compromisso de Costa, teremos governo já. Se não, a história será outra.

As seis condições de Cavaco Silva estão na linha das preocupações que, de uma forma ou de outra, têm estado nos seus discursos. As moções de confiança, os orçamentos e o cumprimento das regras orçamentais do euro – e são condições que o PS já disse querer cumprir. Mas para Cavaco não basta, é necessário que estejam no dito acordo de forma explícita. Bem.

Depois, o Presidente – que ainda tem dois meses de vida política ativa – quer mais, quer garantias na concertação social, na estabilidade do sistema financeiro e na participação do Estado português na NATO. Percebe-se? Sim, porque já ouvimos o novo dono disto tudo – Arménio Carlos – a dizer que o salário mínimo só depende do governo, sabemos que o PCP e o BE querem a nacionalização da banca e também já percebemos todos que, perante a nova estratégia do Estado Islâmico, a natureza securitária da Europa e do Ocidente vai mudar, e aumentar.

É claro que se o Presidente quiser ‘apenas’ a garantia de António Costa, o governo PS terá o caminho livre. Mas se Cavaco exigir que estas condições passem para o papel, para a posição conjunta, o desfecho não será tão óbvio, porque o PCP e o BE difícilmente darão mais do que o pouco que deram.

Costa tem de responder já, sob pena de mostrar a Cavaco, e sobretudo aos portugueses, que não tem um governo estável, coerente e duradouro.

 

As escolhas:

 

A Europa está sitiada, Bruxelas parece uma cidade-fantasma tomada pelas ameaças e pelo medo. À resposta imediata ao risco de novos atentados terroristas, a Europa e o mundo, que estão do lado certo da história – porque há um lado certo nesta história – têm de dar novos passos. E são difíceis. Mais segurança, mais cooperação internacional com parceiros tantas vezes desavindos, é resposta militar no terreno. Acompanhe, aqui, no SAPO24, as últimas notícias sobre o nosso (novo) mundo.

publicado às 13:29

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